sexta-feira, 8 de julho de 2016

Numa tarde qualquer...

Conferindo meus livros, o celular desligado e o computador tocando músicas num baixo tom.Lembra-me as tardes solitárias de inverno. A janela aberta - estranho - o céu num degradé cinza contrastando com as árvores verde escuro. Um vento que mais parece o sopro de alguém na minha nuca, um hálito de eucalipto. A rua vazia, 4 P.M., as ruas vazias, nenhum barulho, extremo silêncio. O piscar de olhos cada vez mais lento e o cérebro trabalha em velocidade mínima, respirar e bombear o sangue. A cama confortável e o cobertor perfeito, a única fonte de luz são os raios que as vezes chegam ao destoar das nuvens. É, mais um dia comum, uma tarde monótona que parece sem fim e se repete dia-a-dia.

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